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ALLOS assina acordo para vender fatias de sete shoppings ao fundo KAML11

A companhia formalizou contratos para alienar participações em sete centros comerciais para um fundo imobiliário estruturado com a Kinea.

Redação Aportado
ALOS3
ALLOS
R$ 35,14
fechamento de 23/10/2026

Segundo fato relevante enviado à CVM, a ALLOS S.A. ($ALOS3) firmou compromissos vinculantes para alienar fatias de sete shopping centers de seu portfólio para o Kinea ALLOS Malls FII, fundo imobiliário com código em negociação previsto como KAML11. A operação foi estruturada em conjunto com a gestora Kinea Investimentos e depende da captação de recursos no mercado.

A efetivação da venda está condicionada ao alcance de uma captação mínima de R$ 600 milhões na oferta pública primária do fundo, que teve início em 22 de outubro de 2026, com teto estipulado em R$ 1 bilhão. Esse intervalo de captação ajusta para baixo o memorando preliminar divulgado em abril de 2026, que previa valores entre R$ 789,5 milhões e R$ 1,97 bilhão, de acordo com as informações divulgadas ao mercado.

A transação foi precificada com um rendimento, ou cap rate, médio de aproximadamente 9,5%, calculado sobre o resultado operacional líquido dos empreendimentos relativo ao exercício de 2025. Do montante total da negociação, 80% serão quitados à vista após a liquidação da oferta, enquanto os 20% restantes serão pagos em três parcelas anuais idênticas, com vencimentos previstos para 24, 36 e 48 meses.

As porcentagens exatas transferidas em cada empreendimento variam conforme o volume financeiro captado na oferta. Estão incluídas participações em shoppings como o Metrô Santa Cruz, Caxias Shopping, Bangu Shopping, Shopping Parangaba, Plaza Sul Shopping, Shopping Villa-Lobos e Shopping Tamboré.

A ALLOS planeja reter até 24% das cotas emitidas pelo fundo na oferta pública, ficando submetida a um período de restrição de negociação de seis meses para esses ativos. A administração dos sete shopping centers continuará sob o comando operacional direto da companhia, que também ingressará na cogestão do fundo em parceria com a Kinea assim que obtiver a autorização regulatória necessária da CVM.

Além disso, a oferta pública prevê alocação prioritária para investidores que detinham posições acionárias na empresa no fechamento de 22 de outubro de 2026. O acordo também estabelece que o fundo terá direito de preferência em desinvestimentos futuros da ALLOS e regras de exclusividade mútua para fundos imobiliários focados no setor.

Fontes

Matéria escrita com auxílio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisada pela redação do Aportado antes de ser publicada. Informações apuradas por outros veículos são atribuídas a eles no texto, e trechos de terceiros aparecem entre aspas, com crédito.

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